quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Valores que geram resultado

Por Renata de Salvi

Longe de ser a tradicional sigla da junção das letras iniciais dos nomes ou sobrenomes de seus sócios, NBS vem da expressão inglesa “no bullshit”, que pode ser traduzida como “sem frescura ou enrolação”, pois o que interessa é o resultado. A NBS foi criada em janeiro de 2002 no Rio de Janeiro para atender a Oi, uma das gigantes da telefonia móvel que surgiram no Brasil no começo da década. “Focamos totalmente na Oi no início”, reconhece Cyd Alvarez, sócio e presidente da NBS. O cliente exclusivo permitiu à agência fechar o primeiro ano com um faturamento bruto de R$ 60 milhões, ou seja, começar num patamar alto. Esse fato torna mais impressionante ainda o salto alcançado nesses poucos anos de existência. Em 2008, faturou R$ 325 milhões, e para este ano projeta chegar aos R$ 350 milhões, acreditando na conquista de novas contas – e, claro, fortalecendo a relação com clientes antigos.

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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Tam apresenta nova fase do seu reposicionamento

Em fevereiro de 2008, o mercado de avião civil conhecia uma nova TAM. A companhia aérea foi a mídia para mostrar que havia se reposicionado. Foram revisadas a missão, a visão, os valores e a marca. Tudo com o objetivo de oferecer os melhores serviços. Um ano e meio depois, a companhia volta a público para dar continuidade ao projeto, desta vez com um adendo: quer mostrar que é a melhor e que pode ser a preferida de todos os públicos.

Para isso, a companhia encomendou uma pesquisa junto ao Ibope. Foram ouvidas mais de mil pessoas que mostraram que a companhia precisava se apresentar com uma nova comunicação: mostrando beneficio com um preço compatível ao de mercado. Daí para partir para uma campanha de varejo foi um pulo. É a primeira vez na história que a companhia aposta neste tipo de comunicação, justamente agora em que o mercado apresenta preços cada vez mais semelhantes entre os concorrentes do setor.

Em entrevista ao Mundo do Marketing, Manoela Amaro, Diretora de Marketing da Tam, explica o que levou a companhia a desenvolver a campanha que está sendo veiculada na midia e dá detalhes de outros projetos que compõem a experiência Tam de voar. Manoela comenta sobre o Tam Fidelidade, o programa de relacionamento da empresa, o Tam nas Nuvens, uma plataforma de conteúdo para marca, sobre ROI e sobre o projeto Paixão Pelo Rio.
Realizado há mais de um ano, o Paixão pelo Rio nasceu como um amplo programa de relacionamento para se aproximar do carioca depois que a Tam percebeu, através de pesquisas, que havia uma certa resistência à companhia de quem voava pelos aeroportos Tom Jobim e Santos Dumont, no coração da cidade maravilhosa. Acompanhe.

Continue lendo no Mundo do Marketing ...

http://www.mundodomarketing.com.br/7,11092,tam-apresenta-nova-fase-do-seu-reposicionamento.htm

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Direito a Liberdade (religião, expressão, etc) X Direito a Vida (transfusão de sangue)

OBS.: Confronto entre o Direito a Liberdade (religião, expressão, etc) X Direito a Vida. > transfusão de sangue.

Ø PRINCÍPIO DA IGUALDADE:

- todos têm direito a um tratamento idêntico por lei;

- é proibida as diferenciações arbitrárias, discriminações absurdas,

- é a vedação ao tratamento diferenciado a situações idênticas

- não se pode estabelecer diferenciados em decorrência do sexo, religião, convicções filosóficas ou políticas, raça, classe social

OBS. O tratamento desigual dos casos desiguais é exigência do próprio conceito de justiça, desde que tal tratamento desigual se encontre a serviço de uma finalidade.

Ex. Os tributos em regra são cobrados no percentual maior de quem aufere maior renda. (princípio da capacidade contributiva

a) Princípio da igualdade e a limitação de idade nos concursos públicos: só será permitida a limitação de idade em decorrência da natureza e das atribuições do cargo público a ser preenchido.

Em regra prevalece o art. 7º, XXX, da CF

b) Tratamento igual entre homens e mulheres (art. 5, I, CF): - vedada o tratamento diferenciado em decorrência do sexo; - proibido a exigência de atestado de gravidez e esterilidade (Lei 9029/95); - foro em favor da mulher na ação de separação judicial e divorcio

c) o art. 226, §5 > nenhum pode mais ser considerado “cabeça do casal”.

JEDSON MARCHESI MAIOLI
ADVOGADO

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS

01)DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS: (art.5º. da CF/88)

Ø  DESTINATÁRIOS DA PROTEÇÃO

- brasileiros e estrangeiros residentes no País.

- por que somente os residentes no país? A constituição Federal somente pode assegurar sua validade e gozo dentro do território brasileiro.

Ø  DIREITO À VIDA:

- a inviolabilidade do direito à vida,

- direito irrenunciável

- é o mais fundamental de todos os direitos, pois se constitui com pré-requisito para o exercício de todos os demais direito.

- a constituição protege a vida de forma geral, inclusive uterina.

- o direito a vida engloba o direito a existência, e o direito a integridade (física e moral).

OBS:

a)Aborto – do ponto de vista biológico a vida se inicia com a fecundação do óvulo pelo espermatozóide.

Art. 128 CP - Não se pune o aborto praticado por médico:

I - Se não há outra maneira de salvar a vida da gestante.

II - Se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu responsável legal".

b) cabe ao Estado assegurar o direito a vida na sua dupla concepção, primeiro continuar vivo, segundo assegurar uma vida digna quanto a subsistência

c) pelo motivo de se assegurar o direito a vida é que a legislação penal pune todas as formas de interrupção violenta do processo vital. E também é por esse motivo que se considera legitima a defesa contra a agressão a vida.

d) proibição da eutanásia: (é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida por um especialista)

e) é lícito o indivíduo alienar membros ou órgãos do próprio corpo?

“Art. 199. CF/88 - A assistência à saúde é livre à iniciativa privada.

§ 4º A lei disporá sobre as condições e os requisitos que facilitem a remoção de órgãos, tecidos e substâncias humanas para fins de transplante, pesquisa e tratamento, bem como a coleta, processamento e transfusão de sangue e seus derivados, sendo vedado todo tipo de comercialização.” 

- Há quem entenda que se extração, onerosa ou gratuita, se faz após a morte do vendedor/alienante, não há objeção. Não ocorreria ofensa a vida, que já inexistia.

- a doação sempre foi permitida visando suprir deficiência ou salvar a vida do doente, quando tratar de órgão duplo, que não impeça o doador de continuar vivendo.

f) pena de morte: uma Constituição que assegura o direito a vida como direito fundamental não pode admitir a pena de morte.

“ART. 5º. (...)

XLVII - não haverá penas:

a) de morte, salvo em caso de guerra declarada, nos termos do art. 84, XIX;

Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:

XIX - declarar guerra, no caso de agressão estrangeira, autorizado pelo Congresso Nacional ou referendado por ele, quando ocorrida no intervalo das sessões legislativas, e, nas mesmas condições, decretar, total ou parcialmente, a mobilização nacional;

- A constituição entende que a sobrevivência nacional é um valor mais importante do que a vida individual de quem porventura vier a trair a pátria em momento cruciante.

JEDSON MARCHESI MAIOLI
ADVOGADO

terça-feira, 25 de agosto de 2009

DIVISÃO DE PODER

01)DIVISÃO DE PODER:

Art. 2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.

Ø NOÇÃO:

- três órgãos distintos: Legislativo, Executivo e Judiciário

- a divisão de poderes representa a essência do sistema constitucional.

- princípio da divisão funcional: um elabora a lei (Legislativo), outro executa a lei (Executivo), e outro soluciona os conflitos, pronuncia o direito e assegura a realização de justiça (Judiciário).

- poderes são harmônicos e independentes

OBS 1) independência dos poderes significa: a) que a investidura e a permanência das pessoas num dos órgãos do governo não depende da confiança nem da vontade dos outros. b) que no exercício das atribuições que lhes sejam próprias, não precisam os titulares consultar os outros nem necessitam de sua autorização; c)     que na organização dos respectivos serviços, cada um é livre, observadas as disposições constitucionais e legais.

2) harmonia entre os poderes significa: a) o respeito às prerrogativas e as faculdades que cada poder possui.

3) pode haver interferência pelo poder judiciário nos atos do legislativo e executivo, quando estes atos forma eivados de vícios. Como também o Executivo pode se opor a ato ilegítimo praticado pelo legislativo, e vice-versa, quando não ser da competência de quem toma a iniciativa.

JEDSON MARCHESI MAIOLI
ADVOGADO

CONSTITUIÇÃO

Ø CONCEITO:

- é a lei fundamental do Estado, ou seja, o corpo de leis que rege o Estado, limitando o poder de governo e determinando a sua realização. (sentido stricto sensu)

Ø SUPREMACIA DA CONSTITUIÇÃO:

a) Subordinação da Lei Ordinária aos Princípios Constitucionais:

- A constituição já conhecida popularmente como sendo “a lei das leis”;

- A constituição contem os princípios basilares da ordem social, política, econômica e jurídica.

- tem-se então como princípio central o da constitucionalidade das leis a dos atos administrativos.

- assim, a lei ou o ato administrativo que contrariar um preceito constitucional será considerado INCONSTITUCIONAL e o ato administrativo, será tido como NULO.

JEDSON MARCHESI MAIOLI
ADVOGADO

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

PODER CONSTITUINTE

01)PODER CONSTITUINTE

Ø CONCEITO:

- é uma função da soberania

- é o poder de constituir ou reformar a ordem jurídica estatal,

- a Constituição Federal provem de um poder soberano, que o exercer através de representantes eleitos e reunidos em Assembléia Constituinte.

- o Poder Constituinte por expressar a mais pura soberania de um Estado, não tem limitação,


OBS: - As assembléias legislativas são poderes constituídos, limitados pela constituição existentes.

- Reúne-se em Assembléia Constituinte para cumprir a missão de constituir ou reconstituir a sociedade civil. Encerrada a “missão”, com a promulgação e a publicação da nova lei fundamental, a Assembléia Constituinte (poder constituinte) se dissolve, ou passa a funcionar como Assembléia Legislativa (poder constituído).

Ø PODER REFORMADOR:

- Como a lei fundamental (a Constituição Federal) não é um código estático, mas dinâmico, devendo acompanhar a evolução da realidade social, economia e jurídica, o Poder Constituinte, reservou um poder intermediário para fins de reforma ou emendas a Constituição Federal.

- O poder reformado, também chamado de poder secundário é limitado, e proibido de modificar a estrutura básica da Constituição Federal, como por exemplo: forma republicana de governo, ordem democrática, forma federativa do Estado.


“Art. 1º - CF/88 - A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:”


OBS: A Constituição Federal também não pode ser modificada durante o estado de sítio.

“Art. 60 – CF/88 – A Constituição poderá ser emendada mediante proposta:

...

§ 1º - A Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção federal, de estado de defesa ou de estado de sítio.”


“Art. 137 – CF/88. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, solicitar ao Congresso Nacional autorização para decretar o estado de sítio nos casos de:

I - comoção grave de repercussão nacional ou ocorrência de fatos que comprovem a ineficácia de medida tomada durante o estado de defesa;

II - declaração de estado de guerra ou resposta a agressão armada estrangeira.

Parágrafo único. O Presidente da República, ao solicitar autorização para decretar o estado de sítio ou sua prorrogação, relatará os motivos determinantes do pedido, devendo o Congresso Nacional decidir por maioria absoluta.”

JEDSON MARCHESI MAIOLI
ADVOGADO

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Constituição Federal

De acordo com mensagem de Jedson, aqui está o link para visualizar e imprimir a Constituição Federal.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituiçao.htm

Eu também tenho em PDF, qualquer dúvida entre em contato.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

PROBLEMA DA SOBERANIA DO ESTADO FEDERAL

Ø PROBLEMA DA SOBERANIA DO ESTADO FEDERAL:

- inúmeras são as controvérsias doutrinárias, quanto a harmonização do sistema federativo, diante do conceito de que a soberania é una e indivisível.
- há de se esclarecer que a soberania e nacional, e a nação é uma só. O exercício do poder de soberania compete ao governo federal e não aos governos regionais.
- as unidades federadas unem-se pelo pacto federativo que expressa a vontade nacional, que é permanente e indissolúvel.
- no Brasil, a autonomia política das unidades federadas sofrem limitações, estabelecidas pela Constituição Federal, elaborada livremente pela nação, através dos seus representantes (Deputados, Senadores)
- já nos EUA é um pouco diferente, pois cada Estado federado, por possuírem competência legislativa, estabelece certas leis, como por exemplo, a pena de morte é permitida em alguns Estados e outros não.

Ø O FEDERALISMO NO BRASIL:

- o federalismo é um sistema político em que organizações políticas (estados, províncias) se unem para formar uma organização mais ampla.
- o federalismo brasileiro é diferente, por ser mais rígido. Tal diferença é justifica pelo fundamento histórico.
- O Brasil império era um Estado unitário, porém dividido em províncias.
- o ideal de descentralização política vem desde os tempos coloniais.
- a dimensão territorial, a variação climática, a diferenciação de grupos étnicos foram fatores que corroboraram para que a descentralização política ocorresse no Brasil.
- A constituição de 1891, estruturou o federalismo brasileiro copiando o modelo norte-americano, e por ter sido um modelo copiado de um Estado estrangeiro, não reproduziu a real necessidade e anseio do país.

Ø ESCLARECIMENTOS:

- as unidades federadas não são Estados.
- o poder de autodeterminação dos Estados membros denomina-se autonomia e não soberania.
- Os Estados membros só tem personalidade jurídica de direito público interno, não internacional.
- Os Estados membros não possuem representações diplomáticas.
- Sá união é possuir personalidade jurídica de direito internacional

01)FORMAS DE GOVERNO:
Ø O QUE É GOVERNO:
- conjunto de funções pelas quais é assegurada a ordem jurídica.

Ø CLASSIFICAÇÕES SECUNDÁRIAS:
(no âmbito do direito interno)

- três aspectos a serem considerados:

a) Segundo a origem do poder:

a1) pode ser de direito – constituído de acordo com a lei fundamental do Estado, sendo assim, considerado legítimo perante a consciência jurídica da nação.

b2) pode ser de fato – implantado ou mantido através da violência, ou por via de fraude

b) Pela natureza das relações com os governos:

b1) pode ser legal – se desenvolvem em conformidade com as normas vigentes do direito

b2) pode ser despótico – se conduz pelo arbítrio dos detentores do poder, defendendo interesses pessoais de quem esta no poder.

c) Quanto a extensão do poder:

c1) pode ser constitucional – se desenvolve sob o amparo da constituição, instituindo divisão de poderes entre os órgãos.

c2) pode ser absolutista – concentração de poder em um único órgão.

OBS: CLASSIFICAÇAO ANTIGA QUANTO A FORMA DE GOVERNO:
- na antiguidade a forma de governo se classificava em dois grupos: normais (tinha por objetivo o bem da comunidade) e os anormais (que tinha por finalidade as vantagens para os governantes).
- formas normais: a) Monarquia (governo de uma só pessoa) / b) Aristocracia (governo de uma classe restrita) / c) Democracia (governo de todos os cidadãos).

Ø MONARQUIA E REPÚBLICA
- divisão da forma de governo mais moderna.

a) Monarquia:
- governo é hereditário e vitalício
- possui as seguintes características: autoridade unipessoal, vitaliciedade, hereditariedade, ilimitabilidade de poder, indivisibilidade das funções de mando, e irresponsabilidade legal, inviolabilidade corporal e de sua dignidade.

b) República:
- governo se renova mediante eleições periódicas,
- possui as seguintes características: eletividade, temporariedade

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

FORMAS DE ESTADO

01)FORMAS DE ESTADO

Ø CLASSIFICAÇÃO:
- O Estado caracteriza-se pela reunião de três elementos: população, território e governo
- a variação de cada elemento influencia na classificação dos Estados

a) População: o Estado pode ser nacional (ex. Japão) ou plurinacional (Grã-Bretanha)

b) Território: leva-se em conta a posição geográfica, pode ser central (Paraguai) ou marítimo (Chile)

c) Governo: formas de governo. (tópico seguinte)


Ø ESTADOS PERFEITOS E IMPERFEITOS:

a) Estado perfeito - é aquele que reúne os três elementos (população, território, governo), cada um na sua integralidade.

b) Estado Imperfeito – embora possuindo os três elementos constitutivos (população, território e governo), sofre restrição em qualquer um deles

- com a evolução do conceito de Estado e seus elementos, o Estado imperfeito não é mais reconhecido como Estado.

Ex. Situação freqüente na Idade Média.
França quando mantinha o seu império colonial no Taiti, Madagascar, Marrocos, etc.

Ø ESTADO SIMPLES E COMPOSTO:
- do ponto de vista do direito público internacional, o Estado se divide em:

a) Simples: corresponde a um grupo populacional homogêneo (= raça, língua, cultura,), com território tradicional, e o poder público constituído por uma única expressão, o governo nacional. Ex.Peru, Itália, Portugal.

b) Composto: união de dois ou mais Estado, apresentando duas esferas distintas de poder governamental. Representa-se pela pluralidade de Estados, perante o direito público interno, mas no exterior se projeta como uma unidade.
- Formas do Estado Composto:
b1) União pessoal – quando dois o mais Estados são submetidos ao governo de um só monarca. Figura do Rei quando herdar duas ou mais coroas.
Ex. Espanha e Portugal quando Felipe D’austria assumiu o posto de rei.
OBS: Monarquia é uma forma de governo em que um indivíduo governa como chefe de Estado, geralmente de maneira vitalícia ou até sua abdicação, e "é totalmente separado de todos os outros membros do Estado"

b2) União Real – também uma forma tipicamente monárquica, consiste na união de dois ou mais Estados, conservando cada um sua autonomia administrativa. Forma-se uma única pessoa jurídica de direito público internacional.
Ex. Áustria e Hungria

b3) União incorporada – união de dois ou mais Estados distintos para a formação de uma nova unidade. Os Estados anteriores se extinguem, criando uma nova entidade.
Ex. Gra-Bretanha (Inglaterra, Escócia e Irlanda no Norte)

b4) Confederação – reunião permanente e contratual dos Estados independentes que se ligam para fins de defesa externa e paz interna dos Estados Confederados. Não sofrem qualquer restrição a soberania interna, nem perdem a personalidade jurídica de direito público internacional.
Ex. Comunidade dos Estados Independentes. (antigos países da união soviética)

02)ESTADO FEDERAL:

- sob o ponto de vista do direito interno (Direito Constitucional), divide-se em: unitário e federais.

Ø ESTADO UNITÁRIO:
- apresenta-se como uma organização política singular;
- governo único, sem divisões internas, que não seja simplesmente de ordem administrativa;
Ex. França, Portugal, Peru.

Ø ESTADOS FEDERAIS:
- divide-se em províncias politicamente autônomas, no âmbito do direito interno.
- sobre o mesmo território e sobre as mesmas pessoas se exerce, de forma harmônica e simultânea, a ação pública de dois governos distintos: federal e estadual
- é um Estado formado pela união de vários Estados;
- é o Estado de Estados.

Ex. Brasil, Estados Unidos da America do Norte, Mexico, Argentina,

Ø PROBLEMA DA SOBERANIA DO ESTADO FEDERAL:

- inúmeras são as controvérsias doutrinárias, quanto a harmonização do sistema federativo, diante do conceito de que a soberania é una e indivisível.
- há de se esclarecer que a soberania é nacional, e a nação é uma só. O exercício do poder de soberania compete ao governo federal e não aos governos regionais.
- as unidades federadas unem-se pelo pacto federativo que expressa a vontade nacional, que é permanente e indissolúvel.
- no Brasil, a autonomia política das unidades federadas sofrem limitações, estabelecidas pela Constituição Federal, elaborada livremente pela nação, através dos seus representantes (Deputados, Senadores)
- já nos EUA é um pouco diferente, pois cada Estado federado, por possuírem competência legislativa, estabelece certas leis, como por exemplo, a pena de morte é permitida em alguns Estados e outros não.

JEDSON MARCHESI MAIOLI
ADVOGADO

SOBERANIA

01)SOBERANIA:

Ø CONCEITO:
- é uma autoridade superior que não pode ser limitada por qualquer outro poder.
- não há Estado sem soberania.
- soberania é una, integral e universal
- capacidade de impor a vontade própria, para a realização do direito justo.
- é o direito exclusivo de uma autoridade suprema sobre uma área geográfica, grupo de pessoas.
- é a qualidade máxima de poder social através da qual as normas e decisões elaboradas pelo Estado prevalecem sobre as demais decisões.
- é a superioridade de suas diretrizes na organização da vida social.

02)NASCIMENTO E EXTINÇÃO DOS ESTADOS:

Ø NASCIMENTO:
- concorrendo os três elementos (população, território, e governo), nasce o Estado.
- modos de nascimento:

a) Modo Originário
- surge do próprio meio nacional, sem dependência de qualquer fator externo.
- agrupamento humano + ou – homogêneo (raça, língua, religião, costumes, aspirações,
Ex.: Roma.

b) Modo Secundário
- unidade política que nasce da união ou divisão de algum Estado
Ex. confederação, federação (Brasil)

c) Modo derivado:
- surge em decorrência de movimentos exteriores
Ex. colonização, ato de governo

Ø EXTINÇÃO:
- pode ocorrer por causas gerais ou específicas

a) Causas gerais
- quando por qualquer circunstancia faltar um dos elementos constitutivos (território, população e governo)

b) Causas específicas:
- Estado invadido por forcas estrangeiras (conquista)
- Estado desocupado por toda a população nacional (emigração)
- população do Estado obrigada a desocupar o território por força estrangeira (expulsão)
- quando uma comunidade nacional renunciar os direitos de soberania em benefício de outro Estado. (renuncia do direito de soberania)
Ex. Estado mexicano do Texas, proclamado independente em 1837, e em 1845 abriu mão da soberania e ingressou na federação norte americana.

03)ORIGEM DOS ESTADOS:

Ø GENERALIDADES:
- inúmeras teorias tentam explicar a origem dos Estados;
- a ciência não dispõe de elementos para reconstituir essa história
- tais teorias são baseadas em meras hipóteses, decorrentes de raciocínio hipotético, senão vejamos:

a) Teoria da Origem Familiar:
- a mais antiga, de fundo bíblico, possuindo duas correntes
a1) teoria patriarca: o Estado originário de um núcleo familiar, cuja autoridade suprema era exercida pelo mais velho (patriarca). A família como o primeiro modelo da sociedade política

a2) teoria matriarcal: dispõe que a primeira organização familiar teria sido baseada na autoridade da mãe. Teria sido a mãe a dirigente e autoridade suprema.

b) Teoria da Origem Patrimonial:
- afirma que a posse da terra gerou o poder público e deu origem a organização estatal.

c) Teoria da Força:
- também chamada de origem violenta do Estado, afirma que a organização política resultou do poder de dominação dos mais fortes sobre os mais fracos.

JEDSON MARCHESI MAIOLI
ADVOGADO

TEORIA TRIDIMENSIONAL DO ESTADO E DO DIREITO

01)TEORIA TRIDIMENSIONAL DO ESTADO E DO DIREITO:

Ø FATO
- por existir uma relação permanente de Poder.
- distinção entre governantes e governados.
- organização fática do poder público.

Ø VALOR
- um complexo de valores, pelo qual o Poder é exercido.
- valorização da convivência social.

Ø NORMA
- instrumentalização do poder na atualização dos valores sociais.
- função de produtor e mantenedor do ordenamento jurídico.

OBS: O FATO – VALOR - NORMA são os três elementos integrantes do Estado como realidade sócio-ética- jurídica.
Fato + valor = norma (direito)
Norma + fato = valor
Valor + norma = fato

Ex.: Aplicação da Teoria Tridimensional: Um sujeito fez sexo com a namorada menor de 14 anos (crime de estupro presumido), há poucos anos, no Rio de Janeiro. A Família denunciou o sujeito no Ministério Público e ele foi condenado pelo crime. Ele recorreu ao Trib. de Justiça do RJ, e foi mantida a condenação. Recorreu novamente ao Sup Tribunal Federal e foi absolvido, sob o seguinte argumento: A menina de hoje é leiga/inocente e relação a sexo como a menina de 1940, quando a norma foi criado pelo Codigo Penal. A menina já tem consciência de seus atos, não podendo alegar ingenuidade. Aplicou-se então a Teoria Tridimensional, foram chamados à legislação elementos como tempo e local, fatores importantes na interpretação do fato, e seu respectivo valor, influenciando na norma.

02)DIVISÃO GERAL DO DIREITO:

Ø Direito Natural:
- advém da própria natureza.
- independe da vontade humana.
- é anterior a criação do Estado.
- conceituado como de origem divina.
Ex: sempre fazer o bem, não causar prejuízo a outrem.

Ø Direito Positivo:
- obra essencialmente humana.
- depende da vontade humana e garantias dadas pela força do Estado.
- direito escrito.
- representado pelas Leis, decretos, regulamentos, tratados internacionais.

Direito Positivo se divide em:

Ø Direito Público:
- o que regula o Direito do Estado
- subdivide-se em:
a) internacional
b) interno: constitucional, administrativo, penal, processual, trabalhista e financeiro

Ø Direito Privado:
- regula os interesses particulares
- subdivide-se em:
a) internacional
b) interno: civil, e comercial

03)NAÇÃO E ESTADO:

Ø Há distinção entre Nação e Estado?
- São realidades distintas e inconfundíveis.

Ø Nação:
- realidade sociológica.
- de ordem subjetiva.
- entidade de direito natural e histórico.
- conjunto homogêneo de pessoas ligas entre si por vínculos permanentes de cultura, idioma, ideais, costumes, território.
- surge anteriormente ao Estado.
- é um dos elementos formadores do Estado.

OBS: Importante distinguir ainda:
a) População: massa total de indivíduos que vive dentro de fronteiras e sob o império de um determinado país. E o conjunto heterogêneo de um país (nacionais e estrangeiros).
b) Povo: genericamente, equivale a populaçao. No sentido estrito da palavra, equivale a Nação.
c) Raça: difere-se do conceito de Nação. Uma nação pode ser formada por varias raças. Naçao brasileira e formada por várias raças (lusitano, africano, americano). De um idêntico tronco racial, pode surgir várias nações. (Continente Americano)

Ø Estado:
- realidade jurídica.
- necessariamente objetivo.
- órgão executor da soberania nacional.
- elementos formadores do Estado: população homogênea (= nação), território certo e inalienável e governo independente.

04)ELEMENTOS CONSTITUTIVOS DO ESTADO:

Ø POPULAÇÃO:
- massa total de indivíduos que vive dentro de fronteiras.
- podendo ser reunido por vários indivíduos e diversas origens, mas que se estabeleçam em determinado território, com animo definitivo, e que se organizem politicamente.
Ø TERRITÓRIO:
- base física.
- âmbito geográfico.
- espaço certo, delimitado e inalienável onde se exerce o poder do governo sobre os indivíduos.
OBS: espaço terrestre, marítimo (zona limítrofe), fluvial, subsolo, espaço aéreo, os navios mercantes e de guerra onde se encontrarem, edifícios das embaixadas, SÃO CONSIDERADOS PARTE DO TERRITÓRIO.
Ø GOVERNO:
- delegação da soberania nacional.
- conjunto de funções necessárias à manutenção da ordem jurídica e da administração pública.

JEDSON MARCHESI MAIOLI
ADVOGADO

ESTADO E DIREITO

01)ESTADO E DIREITO:

Ø O que é Estado?
- é uma organização destinada a manter, pela aplicação do Direito, as condições universais de ordem social.
- é a sociedade politicamente organizada, visando manter a aplicação do Direito.
- caracteriza-se pela Soberania, representada pela faculdade de impor sua vontade através da força, se necessária, independente da vontade do cidadão em particular.
Ex: imposição da vontade/obrigação de votar / alistamento militar

Ø O que é Direito?
- é o conjunto de condições existentes na sociedade, que o Estado cumpre assegurar.

Ø Estado e o Direito são uma realidade única? São duas realidades distintas e independentes?
- dividem-se as opiniões em 03 grupos / teorias.

a) TEORIA MONÍSTICA:
- o Estado e o Direito confundem-se em uma única realidade.
- não existe a regra jurídica (direito) sem o Estado.
- que dá vida ao Direito é o Estado através da coação (imposição da vontade)

b) TEORIA DUALISTA:
- O Estado e o Direito são realidades distintas, independentes e inconfundíveis.
- O Estado não é a única fonte do Direito, pois o que advém do Estado é o Direito Positivado (Lei), existindo outras fontes de direito (costumeiro, natural, canônico).
- Direito é uma criação social e não estatal. Social porque está em eterna transformação.

c) TEORIA DO PARALELISMO:
- o Estado e o Direito são realidades distintas, porém necessariamente interdependentes.
- Reconhece a existência de outras fontes do direito, mas é o Estado quem verdadeiramente positiva.

JEDSON MARCHESI MAIOLI
ADVOGADO

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Estudo mostra consumo consciente em sete países

Estudo sobre responsabilidade ambiental mostra comportamento dos consumidores em sete países

Um estudo conduzido em sete países – Estados Unidos, Reino Unido, China, Brasil, Índia, Alemanha e França – mostra como os consumidores percebem e se comportam em relação às iniciativas verdes das empresas de diversos segmentos. Conduzido pela Penn, Schoen & Berland Associates (PSB), com participação das agências da WPP Landor Associates e Cohn & Wolfe - esta última representada no Brasil pela Gaspar & Associados -, e de uma empresa de consultoria independente, a Esty Environmental Partners, a pesquisa traz informações relevantes para o mercado. Continue lendo....

Fonte: Portal Fator Brasil - 24/07/09

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Dicionário Corporativês

  • Absenteísmo
    Falta constante ao trabalho, por parte do empregado, ou sua ausência devido a problemas de saúde
  • Approach
    Abordagem
  • Avaliação 180 graus
    É um modelo intermediário ao 360 graus. Com ele, não há avaliação dos subordinados, mas apenas dos pares, clientes e chefe
  • Avaliação 360 graus
    Sistema usado para medir o desempenho, em que o funcionário não é submetido somente à avaliação do chefe imediato, mas à dos colegas de trabalho, subordinados e até de clientes da empresa
  • B2B
    Sigla fonética de "business to business". É o comércio eletrônico entre empresas. Trata-se de um mercado sem a participação do consumidor
  • B2C
    Business to customer, a empresa que vende diretamente para o consumidor via internet
  • Benchmark
    Parâmetros de excelência, exemplos de coisas boas
  • Board
    Conselho diretor
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    quarta-feira, 6 de maio de 2009

    É preciso saber anunciar

    O Sr. Joaquim tinha uma gráfica especializada em convites de casamento e acabamentos especiais, a Cometa com o seguinte slogan “A gente viaja junto com sua imaginação”. Sua única divulgação era o boca-a-boca entre amigos e parentes do bairro. Com o intuito de aumentar sua produção e expandir sua área de atuação, decidiu contratar meia página num jornal de grande circulação para veicular seu anúncio durante cinco dias. Aproveitou as habilidades artísticas de seu sobrinho Juninho, garoto de traços firmes e muito criativo. Pediu para ele criar um anúncio “show”. O menino caprichou e desenhou uma linda catedral em meio a um bosque maravilhoso com crianças brincando, casais de namorado e muitas pessoas felizes. Logo abaixo da imagem colocou a seguinte frase “O seu sonho passa por aqui” e assinou com a logomarca da empresa e o telefone. O Sr. Joaquim achou a idéia fantástica e enviou para o jornal publicar.

    Depois das publicações dos anúncios, a gráfica do Sr. Joaquim não parava de receber ligações. Todos acharam o lugar lindo e queriam saber onde era, pois gostariam de visitá-lo.

    Essa história não tem um final triste, porque, apesar de arcar com o prejuízo, o Sr. Joaquim descobriu que sem a ajuda de uma agência de propaganda é muito arriscado iniciar qualquer divulgação ou ação de marketing. Essa ilustração retirada do site do SEBRAE é realidade para muitos.

    O objetivo da divulgação de um produto é construir uma imagem favorável na mente dos consumidores atuais e potenciais, ou seja, colocar a empresa entre as elegíveis para atender suas necessidades.

    A disputa pelo cliente está cada vez mais acirrada, e para vencer nesse ambiente, é fundamental tornar seu produto conhecido no mercado. Uma boa comunicação deve influenciar a experimentação do produto e aumentar as possibilidades de venda.

    Não corra risco, consulte uma empresa especializada, exponha a situação da sua empresa, seus objetivos e suas metas. Os serviços de uma agência não estão restritos a uma classe elitista. Ela atende desde a pequena empresa até multinacional.

    Sidnei Trancoso
    Estudante de Marketing

    O Marketing não está bem não

    Por Bruno Mello
    bruno@mundodomarketing.com.br

    A Associação Brasileira de Marketing e Negócios divulga nesta semana uma pesquisa realizada em conjunto com o Ibope sobre a área de Marketing no Brasil. Diz o levantamento realizando com 350 profissionais da área que o Marketing tornou-se mais importante nos últimos três anos. Será mesmo?

    Vejamos. O faturamento das empresas em que os profissionais de Marketing ouvidos trabalham teve um crescimento mínimo de 20% nos últimos três anos. A maioria, 37%, cresceu entre 20 e 50%. Agora, os números do crescimento do investindo em Marketing no mesmo período diz que a maioria (58%) teve o seu orçamento aumentado em no máximo 10%.

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    terça-feira, 28 de abril de 2009

    Brasil tem maior alta em ranking de tecnologia na América Latina

    Aumento de celulares e de acesso à internet contribuem para o resultado.
    País pode ultrapassar o México em 2010, segundo estimativas.

    O Brasil teve a maior alta em um ranking de uso de tecnologia e telecomunicações entre os países da América Latina no primeiro trimestre de 2009. Foi o quinto trimestre consecutivo em que o país avançou mais que os demais no Indicador da Sociedade da Informação (ISI) da região, medição feita pela empresa Everis em parceria com a IESE Business School da Espanha.
    Apesar dos avanços, que mostram que o país pode estar menos vulnerável à crise financeira global, o Brasil ainda é o penúltimo país na lista dos que são avaliados pela pesquisa, que inclui também Chile, Argentina, Peru, México, de primeiro a quarto lugar no ranking, e Colômbia, na sexta posição.

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    Ela faz rolar a festa!

    Ivete Sangalo fala sobre a influência da publicidade na sua carreira.

    Nova Schin, Garnier, Sucos Maratá e Motos Trakk. O que esses quatro anunciantes têm em comum? Todos contam com a ajuda da ginga, do ritmo, da animação e da voz rouca de Ivete Sangalo para vender seus produtos.

    Kopenhagen, Avon, Danone, Chevrolet, Arisco, Grendha, Forum e Philips também tiveram como estrela de seus comerciais essa que é uma das cantoras mais populares do Brasil. Em alguns casos, como o contrato que firmou com a Grendha, em 2008, Ivete canta um jingle criado pela agência Scala para o comercial, e também assinou uma coleção de sandálias da marca.

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    segunda-feira, 27 de abril de 2009

    Empresas lutam para diferenciar-se dos SPAMs em E-Mail Marketing

    Por Guilherme Neto
    guilherme@mundodomarketing.com.br

    Apesar do E-Mail Marketing já ser uma realidade no mercado, a ferramenta ainda traz dúvidas a diversos profissionais de Marketing. Ao mesmo tempo em que muitas empresas querem ser eficientes, não querem ter seus e-mails confundidos como SPAM. É compreensível, uma vez que o alto número de mensagens aliado à excessiva exposição de conteúdos por diversos meios nos dias de hoje vem fazendo o consumidor evitar o uso de e-mail nos últimos tempos – onde o índice de 30% na taxa de abertura já representa um ótimo resultado.

    Apesar disso, é fato que o E-Mail Marketing ainda tem potencial, e não à toa este mercado movimentou US$ 1,2 bilhão em 2007, segundo a Direct Marketing Association, com um crescimento de 50% em relação à 2006. Em 2013, estima-se que os Estados Unidos enviarão cerca de 838 bilhões de E-Mail Marketing, quase o dobro do enviado atualmente, segundo uma pesquisa da Forrester Research. Esse é o mesmo volume de SPAM que apenas um grupo, desbaratado recentemente pela Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos, enviava em menos de três meses – 84 dias.

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    Três em cada quatro internautas são das classes C, D e E

    Apenas um quarto dos internautas brasileiros possui renda maior do que cinco salários mínimos, aponta estudo da Avenida Brasil, agência de publicidade especializada em consumo de baixa renda. Segundo a análise da pesquisa, estima-se que estima que 70% do potencial de expansão do setor venha das classes C, D e E.

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    Daniel Godri - Motivação

    sexta-feira, 24 de abril de 2009

    Cursos Superiores Tecnológicos

    O que são cursos superiores de tecnologia?

    São cursos de nível superior, de graduação, com foco nas aplicações dos conhecimentos aos processos, produtos e serviços, destinados a formar profissionais capazes de desenvolver atividades específicas dentro de uma área. Caracterizam-se por aliar teoria e prática, desenvolvendo habilidades e competências requeridas pelo setor produtivo. Oferecem diploma de graduação, outorgando o título de tecnólogo, e permitem a continuidade dos estudos em nível de pós-graduação (Especialização, Mestrado  e Doutorado).

    Existe possibilidade de obtenção de certificados, mesmo que não concluído um curso de tecnologia?

    Nos cursos superiores de tecnologia da Faculdade INED, estão previstas certificações intermediárias, isto é, o aluno receberá Certificado de Qualificação Profissional de Nível Tecnológico após o término dos ciclos/módulos de estudo, de acordo com a proposta pedagógica de cada curso. Já o Diploma de Tecnólogo, bem como o registro profissional nos conselhos de classe (Administração, Engenharia, dentre outros), só será conferido aos alunos que concluírem integralmente um curso.

    Como é a empregabilidade dos profissionais que concluem um curso superior de tecnologia?

    Atualmente, os cursos superiores de tecnologia promovem uma elevada empregabilidade dos concluintes, quando comparado aos formados nos cursos de bacharelado. Em termos de remuneração no mercado de trabalho, os tecnólogos recebem, em média,  os mesmos valores salariais para os bacharéis, o que significa um retorno mais rápido do investimento realizado na formação profissional dos mesmos, ou seja, enquanto um bacharel paga seu curso superior em 48 parcelas, um tecnólogo paga o seu em 24 parcelas.

    Quais as vantagens em fazer um curso superior de tecnologia na Faculdade INED?

    Ensino voltado para a prática – situações e problemas do dia-a-dia dos profissionais; educadores atuando no mercado de trabalho, com experiência na área – a maioria possui pós-graduação; agilidade na formação – o profissional pode validar conhecimentos já adquiridos no mercado de trabalho, dispensando disciplinas correspondentes; possibilidade de cursar módulos específicos – o aluno recebe certificados de qualificação tecnológica, após a conclusão de módulos do curso; rápida inserção e movimentação no mercado de trabalho; maior empregabilidade; maior retorno dos investimentos com a educação própria e acessibilidade ao pagamento das mensalidades.

    Marcelo Mascarenhas
    Diretor

    Nike e Adidas são marcas mais confiáveis entre jovens

    A Nike, a Adidas e a Olympikus são as marcas esportivas que os jovens de 15 a 19 anos mais confiam, diz a nova pesquisa elaborada pelo IBOPE Inteligência e a Troiano Consultoria de Marca. O levantamento inaugura o Índice de Confiança em Marcas (ICM), que mede o grau de confiança segundo a média entre os quesitos produto, distribuição, preço, comunicação, atendimento e marca alcançados (em uma escala que vai de 0 a 100 pontos) entre este público. O índice pretende atender uma demanda de mercado por uma pesquisa que utilize a mesma linguagem que os executivos de Marketing usam em um projeto de investigação da confiança que marcas desempenham. Continue lendo…

    icm1

    Fonte: Mundo do Markeitng

    terça-feira, 31 de março de 2009

    Guia salarial para profissionais de Marketing

    Este guia salarial oferece informações sobre os salários médios para profissionais contratados sob regime CLT nas áres de marketing, comercial, trade marketing, comunicação e agências no ano de 2008. Estas informações têm como base pesquisas e entrevistas conduzidas pelos especialistas em recrutmaneto da Robert Half e o objetivo é de ajudar as empresas na tomada de decisões sobre a contratação de profissionais. As faixas salariais apresentadas para cada cargo representam a média nacional, sendo que este número pode variar por região e também de acordo com o tamanho da empresa. Os sálarios mencionados não englobam os bônus ou outros benefícios. Todos os valores representam o salário bruto mensal.

    O guia salarial é também desenvolvido pela Robert Half em outros países, entre eles Alemanaha, Austrália, Bélgica, Canadá, Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, IRlanda, Itália, Luxemburgo, Nova Zelândia e República Checa.

    Clique aqui para acessar

    Mundo do Marketing

    mmkt

    Excelente site sobre Marketing. Muitos artigos e notícias. Vale a pena acessar.

    http://www.mundodomarketing.com.br

    terça-feira, 24 de março de 2009

    Mercado de trabalho – Waldez Ludwig

    Análise SWOT

    A Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário (ou análise de ambiente), sendo usado como base para gestão e planejamento estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua simplicidade, ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional.
    A Análise SWOT é um sistema simples para posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão. A técnica é creditada a Albert Humphrey, que liderou um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford nas décadas de 1960 e 1970, usando dados da revista Fortune das 500 maiores corporações.

    Diagrama SWOT

    320px-SWOT_pt.svg


    O termo SWOT é uma sigla oriunda do idioma inglês, e é um acrónimo de Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats).
    Não há registros precisos sobre a origem desse tipo de análise, segundo HINDLE & LAWRENCE (1994) a análise SWOT foi criada por dois professores da Harvard Business School: Kenneth Andrews e Roland Christensen. Por outro lado, TARAPANOFF (2001:209) indica que a idéia da análise SWOT já era utilizada há mais de três mil anos quando cita em uma epígrafe um conselho de Sun Tzu: “Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças ” (SUN TZU, 500 a.C.) Apesar de bastante divulgada e citada por autores, é difícil encontrar uma literatura que aborde diretamente esse tema.
    O caminho mais indicado para entender o conceito da análise SWOT é buscar diretamente sua fonte: The concept of corporate strategy, do próprio Kenneth Andrews. Porém, uma leitura superficial dessa fonte frustra os mais afoitos por definições precisas e modelos práticos, pois o autor não faz nenhuma referência direta à análise SWOT em todo seu livro.

     

    Aplicação prática

    Esta análise de cenário se divide em ambiente interno (Forças e Fraquezas) e ambiente externo (Oportunidades e Ameaças).
    As forças e fraquezas são determinadas pela posição atual da empresa e se relacionam, quase sempre, a fatores internos. Já as oportunidades e ameaças são antecipações do futuro e estão relacionadas a fatores externos.
    O ambiente interno pode ser controlado pelos dirigentes da empresa, uma vez que ele é resultado das estratégias de atuação definidas pelos próprios membros da organização. Desta forma, durante a análise, quando for percebido um ponto forte, ele deve ser ressaltado ao máximo; e quando for percebido um ponto fraco, a organização deve agir para controlá-lo ou, pelo menos, minimizar seu efeito.
    Já o ambiente externo está totalmente fora do controle da organização. Mas, apesar de não poder controlá-lo, a empresa deve conhecê-lo e monitorá-lo com freqüência, de forma a aproveitar as oportunidades e evitar as ameaças. Evitar ameaças nem sempre é possível, no entanto pode-se fazer um planejamento para enfrentá-las, minimizando seus efeitos. A Matriz SWOT deve ser utilizada entre o diagnóstico e a formulação estratégica propriamente dita.

    Fonte: Wikipédia

    sexta-feira, 20 de março de 2009

    Nova propaganda da TIM

    quarta-feira, 18 de março de 2009

    Promoção não cumprida é dívida

    Por Guilherme Neto
    guilherme@mundodomarketing.com.br

    A Danone acabou de lançar mais uma edição do Desafio Activia, case de sucesso que há três anos vem ajudando a marca a tornar-se líder no segmento de iogurtes. A estratégia  porém, não impede uma mancha em sua reputação na última edição da promoção, que dava de brinde um recipiente de vidro Marinex. A ação propõe ao consumidor testar o uso do produto durante quinze dias consecutivos e, em caso de insatisfação quanto ao que promete o iogurte - um melhor funcionamento do intestino -, o consumidor poderá requerer o seu dinheiro de volta enviando tampas e rótulos de quinze unidades para a empresa.

    A ação promocional, que englobada anúncios em mídia impressa e televisiva, foi um grande sucesso e alavancou as vendas da marca em 70% em sua primeira edição. O boca a boca foi tão grande que gerou até mesmo uma “campanha publicitária paródia” feita pela Oi para divulgar uma promoção de bônus em crédito para celular. A Nestlé, por sua vez, quando… Continuar lendo

    terça-feira, 17 de março de 2009

    Superar Desafios

    Segundo Einstein, os problemas significativos relacionados à gestão que hoje enfrentamos, não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento em que estávamos quando o criamos. Para a resolução destes problemas, devemos aprofundar nossos conhecimentos, de forma integrada, distinguindo os “quês” e os “comos” dos processos. O “quê” diz respeito à base tecnológica da questão a ser estudada dentro de um todo maior; é a identificação, no conjunto dos conhecimentos, do que deve ser aprendido. O “como” é a vivência de, estando com o mapa do conhecimento na mão, dar todos os passos necessários para a assimilação das competências e habilidades, com a efetiva prática da ação na busca de resultados.

    Alguns exemplos evidenciam essa diferença:

    • “Comunicação de Marketing” é o “quê”; aprendemos isso em diversos cursos superiores. Entretanto, para as coisas acontecerem e impactarem os resultados é preciso partir para o “como”. E isso se aprende no curso tecnológico de Marketing.

    • “Capacitar a força de trabalho” é o que nos é ensinado nos vários cursos de bacharelado. Entretanto, a maioria dos ensinamentos não aprofunda no “como”. No curso tecnológico de Marketing, aprende-se como “implementar um curso de negociação para todos os níveis de supervisão, visando a capacitá-los em habilidades humanas, melhorar entendimento entre as áreas e criar clima para melhor diálogo entre chefes e subordinados”. Esta ação educacional é mais específica, do que somente explanar sobre capacitação da força de trabalho.

    • “Homogeneizar padrões de qualidade” é o “quê”, ensinado nos cursos de bacharelado. “Implantar programa de treinamento sobre padrões de qualidade baseado em situações reais do cotidiano usando produtos da empresa e dos concorrentes, simulações de serviço a clientes e entrevistas com clientes reais” é o “como”. E esta diferença é ensinada, também, no curso superior tecnológico de Marketing.

    Esta essência da aprendizagem é que diferencia a educação superior tecnológica dos demais cursos superiores. Ou seja, permite a formação de um ser humano dotado de personalidade, no qual o senso prático diferencia aquilo que vale a pena ser empreendido daquilo que é ético, daquilo que é moral e daquilo que é vivenciado no dia-a-dia da aprendizagem.

    Marcelo Mascarenhas
    Diretor Faculdade INED - Campus de Guarapari

    terça-feira, 10 de março de 2009

    Estratégias inovadoras em e-mail marketing

    Crédito Paulo Milreu.

    terça-feira, 3 de março de 2009

    A inclusão através da Educação

    A todo momento, milhares de pessoas refletem sobre o que vão fazer com suas vidas profissionais, tendo em vista a crescente competição por postos de trabalho no mercado, ou pela oportunidade de serem empreendedores. Para aquelas pessoas que não possuem uma formação de nível superior, este momento representa a mudança de uma forma de ser, a qual possibilitará a sua inclusão social e profissional.

    A opção por um curso superior, atualmente, precisa-se levar em conta fatores diferentes dos de anos atrás. Essa nova realidade da educação representa que podemos fazer escolhas, não ficando preso a tradições, ou modelos e formas de ensinar que somente repetem conceitos e informações passadas, sem a devida aplicação à realidade da vida.

    Hoje, somos instigados a superar os desafios proporcionados por uma mudança radical da economia, onde a única garantia que nos é apresentada relaciona-se com as nossas capacidades e competências de transformar informações em conhecimento, e conhecimento em resultados. A forma de aquisição dessas capacidades e competências é outro fator crítico de nosso sucesso, ou seja, quanto mais rápida e consistente for nossa formação profissional, mais rápido conseguiremos nossa inclusão social e profissional.

    Neste sentido, os cursos superiores de tecnologia se apresentam como a melhor, e mais efetiva opção de aquisição dessas capacidades e competências. Os cursos de tecnologia têm duração de dois anos, diferente de um curso de bacharelado. E nestes dois anos, os alunos aprendem, a desempenharem suas atividades no mercado e na sociedade, tendo como parâmetro básico a solução constante de problemas.

    No tocante aos mitos e verdades existentes em relação aos cursos superiores de tecnologia, citamos alguns. Mito – o curso superior de tecnologia de Marketing não ensina o aluno a realizar as atividades relacionadas com análise e pesquisa de mercado como no curso superior de Administração. Verdade – No curso superior tecnológico de Marketing o aluno aprende de fato a realizar estas atividades, utilizando-se dos conceitos e técnicas existentes no mercado. Enquanto que em um curso superior de Administração o aluno estuda 40 semanas, em um curso superior de tecnologia em Marketing, ele estuda 10 semanas.   

    Ou seja, em termos comparativos, um curso superior de tecnologia promove a inclusão social e profissional do aluno em um tempo mais rápido e efetivo do que um curso de bacharelado.

    Marcelo Mascarenhas
    Diretor Faculdade INED - Campus de Guarapari

    Posso ajudar?

    A competitividade exige que as empresas busquem atualização tecnológica continuamente. Mas, uma situação vivida por mim chamou atenção. Fui a uma joalheria decidido a fazer uma compra. Entrei, olhei os produtos por alguns instantes e não recebi atenção de ninguém. Então, procurei alguém para me ajudar. Perguntei se tinham o produto que eu procurava. O vendedor sem olhar para mim disse que sim. Perguntei o valor e mais uma vez ele respondeu sem olhar para mim. Pedi para ver alguns modelos e sua reação foi apenas levantar o braço e mostrar a aliança que ele estava usando e disse: “É esse o modelo”. Fiquei sem reação e saí da loja. Fui à busca de uma loja com atendentes que pudessem tirar todas as minhas dúvidas e então efetivar a compra.

    O que mais me impressionou é que a joalheria é tradicional na cidade. Essa situação nos mostra que muitas empresas se mantém atualizada tecnologicamente, mas se esquecem de atualização no atendimento. Ainda não aprenderam que só permanecem no mercado aquelas que mostram diferenciais em relação à concorrência.

    Um desses diferenciais é, com certeza, a qualidade no atendimento. Consumidores ignorados e subestimados entram para estatística como clientes insatisfeitos no atendimento recebido.

    Há muitas vantagens quando se oferece um atendimento de qualidade, entre elas está a fidelização do cliente. Quando o cliente precisar novamente de um serviço, certamente é da sua empresa que ele irá lembrar.

    Por outro lado, as desvantagens são enormes. Abrir espaço para concorrência é uma delas. Se eles tiverem um atendimento desqualificado (é triste dizer isso), provavelmente foi a última vez que aquele cliente foi à sua empresa.

    Guarapari está crescendo e recebendo muitas empresas que primam em colocar o cliente sempre em primeiro lugar. Está na hora de repensar o atendimento em nosso comércio. Diga “até logo” para seu cliente. Não deixe que ele diga “adeus” para sua empresa.

    Sidnei Trancoso

    é estudante de Marketing

    sidnei@hmpropaganda.com.br

    quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

    A inclusão através da Educação

    A todo momento, milhares de pessoas refletem sobre o que vão fazer com suas vidas profissionais, tendo em vista a crescente competição por postos de trabalho no mercado, ou pela oportunidade de serem empreendedores. Para aquelas pessoas que não possuem uma formação de nível superior, este momento representa a mudança de uma forma de ser, a qual possibilitará a sua inclusão social e profissional.

    A opção por um curso superior, atualmente, precisa-se levar em conta fatores diferentes dos de anos atrás. Essa nova realidade da educação representa que podemos fazer escolhas, não ficando preso a tradições, ou modelos e formas de ensinar que somente repetem conceitos e informações passadas, sem a devida aplicação à realidade da vida.

    Hoje, somos instigados a superar os desafios proporcionados por uma mudança radical da economia, onde a única garantia que nos é apresentada relaciona-se com as nossas capacidades e competências de transformar informações em conhecimento, e conhecimento em resultados. A forma de aquisição dessas capacidades e competências é outro fator crítico de nosso sucesso, ou seja, quanto mais rápida e consistente for nossa formação profissional, mais rápido conseguiremos nossa inclusão social e profissional.

    Neste sentido, os cursos superiores de tecnologia se apresentam como a melhor, e mais efetiva opção de aquisição dessas capacidades e competências. Os cursos de tecnologia têm duração de dois anos, diferente de um curso de bacharelado. E nestes dois anos, os alunos aprendem, a desempenharem suas atividades no mercado e na sociedade, tendo como parâmetro básico a solução constante de problemas.

    No tocante aos mitos e verdades existentes em relação aos cursos superiores de tecnologia, citamos alguns. Mito – o curso superior de tecnologia de Marketing não ensina o aluno a realizar as atividades relacionadas com análise e pesquisa de mercado como no curso superior de Administração. Verdade – No curso superior tecnológico de Marketing o aluno aprende de fato a realizar estas atividades, utilizando-se dos conceitos e técnicas existentes no mercado. Enquanto que em um curso superior de Administração o aluno estuda 40 semanas, em um curso superior de tecnologia em Marketing, ele estuda 10 semanas.   

    Ou seja, em termos comparativos, um curso superior de tecnologia promove a inclusão social e profissional do aluno em um tempo mais rápido e efetivo do que um curso de bacharelado.

    Marcelo Mascarenhas
    Diretor Faculdade INED - Campus de Guarapari

    terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

    Educação Superior Tecnológica – o ensino do pensar e agir em tempos de superação de desafios

    Vencer a crise internacional é o maior desafio que se impõe no momento a todos os setores da economia brasileira. A região de Guarapari também possui este desafio. Além das medidas econômicas e sociais de curto prazo, que já foram implementadas por todas as esferas governamentais, para melhorar o ambiente de negócios no médio e longo prazos, são necessárias ações que garantam a continuidade da atração de investimentos, a melhoria da infra-estrutura física e legal, o consorciamento de produtos e serviços e um intenso desenvolvimento da educação profissional e tecnológica de nível superior.

    Nestes momentos de mudança, em que a elevação do nível de consciência como um todo é requerida, a educação superior tecnológica se apresenta como uma excelente oportunidade ao permanente desenvolvimento das aptidões das pessoas para que estas possam ter uma vida produtiva em todos os setores da nossa sociedade. Podemos dizer que a educação superior tecnológica caracteriza-se como uma “revolução”, tendo em vista o seu tempo de duração, a abordagem educacional, a ousadia do currículo, a aprendizagem contínua e a praticidade do ensino.

    O ensino das bases tecnológicas não visa tão somente o repasse de conhecimento para a cabeça das pessoas; ele busca o desenvolvimento da competência da ação, envolvendo as capacidades de pensar, refletir, criar, decidir, agir e avaliar. Nos cursos superiores tecnológicos, as pessoas aprendem lidando com as realidades na medida em que estas são apresentadas em tempo real. O compartilhamento de conhecimentos e experiências ocorre em todo o momento do processo educacional, permitindo a superação dos limites da imaginação e capacidade de comunicação. E, todo este processo é orientado por valores morais e éticos que conduzem ações promotoras do desenvolvimento sustentável.

    Neste sentido, a educação superior tecnológica busca entender os vários contextos em que o profissional atua com vistas ao desenvolvimento de bases tecnológicas que permitam a criação da confiança na capacidade de agir. Além disso, ela promove o empowerment das pessoas, a competência em analisar e eliminar o trabalho desnecessário, desenvolvendo um novo paradigma de ação, onde o planejamento e a imaginação precedem a realização e a avaliação de ações e os resultados alcançados são traduzidos em riquezas para todas as partes interessadas. Com isso, a educação superior tecnológica contribui diretamente para a superação dos desafios impostos a todos os setores da economia, formando pessoas competentes para a criação de soluções tecnológicas de sucesso.

    Marcelo Mascarenhas – Diretor Faculdade INED - Campus de Guarapari

    terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

    Planejamento Estratégico

    Faça seu marketing

    A importância do profissional de marketing

    A mídia está se integrando. Atingir o cliente anunciando em vários veículos de comunicação é importante. Mas é preciso saber qual é o seu público-alvo para depois escolher o melhor veículo para divulgar a mensagem desejada. É nesse momento que entra o profissional que planeja, pesquisa e orienta o cliente antes de tomar as suas decisões.

    Criar material bonitinho, enfeitadinho e em grande quantidade não é certeza de que os resultados virão. A visão primária jamais deve ser considerada como resolução ou solução para uma campanha em que há pretensão de alcançar metas. É necessário um estudo profundo para a elaboração de um conceito que chame a atenção do cliente. Não adianta abraçar o mundo se ele não deseja te abraçar. É imprescindível focar um objetivo. Vale lembrar que o mercado é rotativo. Se você oferece pouco, ele te devolve pouco.

    Desenvolver uma campanha é muito mais que uma bela frase de efeito, fotos bonitas e materiais com layout agradável e bem diagramado. O objetivo é passar a imagem da empresa e monitorar como as pessoas irão receber, interpretar e agir com essas informações em mãos.

    Outra questão que deve ser levada em consideração é o prometer e cumprir. Criar imagem sólida tanto da empresa quanto do produto e o que ele se propõe a fazer está intimamente ligada ao sucesso ou não do plano traçado. Porque se uma empresa diz que seu produto tem mil utilidades, na prática ele tem obrigação de ter mil e uma utilidades. Caso contrário, não só o produto terá a sua imagem manchada, mas também a empresa que o criou.

    O cliente tem algumas expectativas em relação ao produto que adquiriu. O produto deve atender a sua necessidade; que seja facilmente adequado às suas necessidades; que ele esteja à altura de suas expectativas e ele espera relacionamento fiel e duradouro. Entre todas, a que merece atenção distinta é a quarta expectativa, pois nela está a chave para a fidelização do cliente. É nesse momento que entra em cena o departamento do pós-venda.

    Por outro lado, existem as frustrações dos clientes em relação ao produto ou serviço contratado. Vender adulação e entregar ineficiência. Dizer que tem interesse e mostrar descaso. Oferecer agilidade e retornar com lentidão. Apresentar um trono e levar à prisão. Sinalizar com parceria e devolver tirania. São alguns dos pecados cometidos por empresas que não têm objetivo claro e que buscam de qualquer modo ganhar dinheiro sem se preocupar com o amanhã.

    Elas não se preocupam na solidificação de sua marca. Estamos na era da informação e os que matam esse pensamento ficarão fora do mercado.

    Os clientes são exigentes, buscam coisas novas e funcionais. Se quisermos retorno, temos que mostrar diferenciais. “Não espere resultados diferentes se você faz sempre igual”, disse o brilhante Alberto Einstein.