terça-feira, 31 de março de 2009

Guia salarial para profissionais de Marketing

Este guia salarial oferece informações sobre os salários médios para profissionais contratados sob regime CLT nas áres de marketing, comercial, trade marketing, comunicação e agências no ano de 2008. Estas informações têm como base pesquisas e entrevistas conduzidas pelos especialistas em recrutmaneto da Robert Half e o objetivo é de ajudar as empresas na tomada de decisões sobre a contratação de profissionais. As faixas salariais apresentadas para cada cargo representam a média nacional, sendo que este número pode variar por região e também de acordo com o tamanho da empresa. Os sálarios mencionados não englobam os bônus ou outros benefícios. Todos os valores representam o salário bruto mensal.

O guia salarial é também desenvolvido pela Robert Half em outros países, entre eles Alemanaha, Austrália, Bélgica, Canadá, Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, IRlanda, Itália, Luxemburgo, Nova Zelândia e República Checa.

Clique aqui para acessar

Mundo do Marketing

mmkt

Excelente site sobre Marketing. Muitos artigos e notícias. Vale a pena acessar.

http://www.mundodomarketing.com.br

terça-feira, 24 de março de 2009

Mercado de trabalho – Waldez Ludwig

Análise SWOT

A Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário (ou análise de ambiente), sendo usado como base para gestão e planejamento estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua simplicidade, ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional.
A Análise SWOT é um sistema simples para posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão. A técnica é creditada a Albert Humphrey, que liderou um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford nas décadas de 1960 e 1970, usando dados da revista Fortune das 500 maiores corporações.

Diagrama SWOT

320px-SWOT_pt.svg


O termo SWOT é uma sigla oriunda do idioma inglês, e é um acrónimo de Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats).
Não há registros precisos sobre a origem desse tipo de análise, segundo HINDLE & LAWRENCE (1994) a análise SWOT foi criada por dois professores da Harvard Business School: Kenneth Andrews e Roland Christensen. Por outro lado, TARAPANOFF (2001:209) indica que a idéia da análise SWOT já era utilizada há mais de três mil anos quando cita em uma epígrafe um conselho de Sun Tzu: “Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças ” (SUN TZU, 500 a.C.) Apesar de bastante divulgada e citada por autores, é difícil encontrar uma literatura que aborde diretamente esse tema.
O caminho mais indicado para entender o conceito da análise SWOT é buscar diretamente sua fonte: The concept of corporate strategy, do próprio Kenneth Andrews. Porém, uma leitura superficial dessa fonte frustra os mais afoitos por definições precisas e modelos práticos, pois o autor não faz nenhuma referência direta à análise SWOT em todo seu livro.

 

Aplicação prática

Esta análise de cenário se divide em ambiente interno (Forças e Fraquezas) e ambiente externo (Oportunidades e Ameaças).
As forças e fraquezas são determinadas pela posição atual da empresa e se relacionam, quase sempre, a fatores internos. Já as oportunidades e ameaças são antecipações do futuro e estão relacionadas a fatores externos.
O ambiente interno pode ser controlado pelos dirigentes da empresa, uma vez que ele é resultado das estratégias de atuação definidas pelos próprios membros da organização. Desta forma, durante a análise, quando for percebido um ponto forte, ele deve ser ressaltado ao máximo; e quando for percebido um ponto fraco, a organização deve agir para controlá-lo ou, pelo menos, minimizar seu efeito.
Já o ambiente externo está totalmente fora do controle da organização. Mas, apesar de não poder controlá-lo, a empresa deve conhecê-lo e monitorá-lo com freqüência, de forma a aproveitar as oportunidades e evitar as ameaças. Evitar ameaças nem sempre é possível, no entanto pode-se fazer um planejamento para enfrentá-las, minimizando seus efeitos. A Matriz SWOT deve ser utilizada entre o diagnóstico e a formulação estratégica propriamente dita.

Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 20 de março de 2009

Nova propaganda da TIM

quarta-feira, 18 de março de 2009

Promoção não cumprida é dívida

Por Guilherme Neto
guilherme@mundodomarketing.com.br

A Danone acabou de lançar mais uma edição do Desafio Activia, case de sucesso que há três anos vem ajudando a marca a tornar-se líder no segmento de iogurtes. A estratégia  porém, não impede uma mancha em sua reputação na última edição da promoção, que dava de brinde um recipiente de vidro Marinex. A ação propõe ao consumidor testar o uso do produto durante quinze dias consecutivos e, em caso de insatisfação quanto ao que promete o iogurte - um melhor funcionamento do intestino -, o consumidor poderá requerer o seu dinheiro de volta enviando tampas e rótulos de quinze unidades para a empresa.

A ação promocional, que englobada anúncios em mídia impressa e televisiva, foi um grande sucesso e alavancou as vendas da marca em 70% em sua primeira edição. O boca a boca foi tão grande que gerou até mesmo uma “campanha publicitária paródia” feita pela Oi para divulgar uma promoção de bônus em crédito para celular. A Nestlé, por sua vez, quando… Continuar lendo

terça-feira, 17 de março de 2009

Superar Desafios

Segundo Einstein, os problemas significativos relacionados à gestão que hoje enfrentamos, não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento em que estávamos quando o criamos. Para a resolução destes problemas, devemos aprofundar nossos conhecimentos, de forma integrada, distinguindo os “quês” e os “comos” dos processos. O “quê” diz respeito à base tecnológica da questão a ser estudada dentro de um todo maior; é a identificação, no conjunto dos conhecimentos, do que deve ser aprendido. O “como” é a vivência de, estando com o mapa do conhecimento na mão, dar todos os passos necessários para a assimilação das competências e habilidades, com a efetiva prática da ação na busca de resultados.

Alguns exemplos evidenciam essa diferença:

• “Comunicação de Marketing” é o “quê”; aprendemos isso em diversos cursos superiores. Entretanto, para as coisas acontecerem e impactarem os resultados é preciso partir para o “como”. E isso se aprende no curso tecnológico de Marketing.

• “Capacitar a força de trabalho” é o que nos é ensinado nos vários cursos de bacharelado. Entretanto, a maioria dos ensinamentos não aprofunda no “como”. No curso tecnológico de Marketing, aprende-se como “implementar um curso de negociação para todos os níveis de supervisão, visando a capacitá-los em habilidades humanas, melhorar entendimento entre as áreas e criar clima para melhor diálogo entre chefes e subordinados”. Esta ação educacional é mais específica, do que somente explanar sobre capacitação da força de trabalho.

• “Homogeneizar padrões de qualidade” é o “quê”, ensinado nos cursos de bacharelado. “Implantar programa de treinamento sobre padrões de qualidade baseado em situações reais do cotidiano usando produtos da empresa e dos concorrentes, simulações de serviço a clientes e entrevistas com clientes reais” é o “como”. E esta diferença é ensinada, também, no curso superior tecnológico de Marketing.

Esta essência da aprendizagem é que diferencia a educação superior tecnológica dos demais cursos superiores. Ou seja, permite a formação de um ser humano dotado de personalidade, no qual o senso prático diferencia aquilo que vale a pena ser empreendido daquilo que é ético, daquilo que é moral e daquilo que é vivenciado no dia-a-dia da aprendizagem.

Marcelo Mascarenhas
Diretor Faculdade INED - Campus de Guarapari

terça-feira, 10 de março de 2009

Estratégias inovadoras em e-mail marketing

Crédito Paulo Milreu.

terça-feira, 3 de março de 2009

A inclusão através da Educação

A todo momento, milhares de pessoas refletem sobre o que vão fazer com suas vidas profissionais, tendo em vista a crescente competição por postos de trabalho no mercado, ou pela oportunidade de serem empreendedores. Para aquelas pessoas que não possuem uma formação de nível superior, este momento representa a mudança de uma forma de ser, a qual possibilitará a sua inclusão social e profissional.

A opção por um curso superior, atualmente, precisa-se levar em conta fatores diferentes dos de anos atrás. Essa nova realidade da educação representa que podemos fazer escolhas, não ficando preso a tradições, ou modelos e formas de ensinar que somente repetem conceitos e informações passadas, sem a devida aplicação à realidade da vida.

Hoje, somos instigados a superar os desafios proporcionados por uma mudança radical da economia, onde a única garantia que nos é apresentada relaciona-se com as nossas capacidades e competências de transformar informações em conhecimento, e conhecimento em resultados. A forma de aquisição dessas capacidades e competências é outro fator crítico de nosso sucesso, ou seja, quanto mais rápida e consistente for nossa formação profissional, mais rápido conseguiremos nossa inclusão social e profissional.

Neste sentido, os cursos superiores de tecnologia se apresentam como a melhor, e mais efetiva opção de aquisição dessas capacidades e competências. Os cursos de tecnologia têm duração de dois anos, diferente de um curso de bacharelado. E nestes dois anos, os alunos aprendem, a desempenharem suas atividades no mercado e na sociedade, tendo como parâmetro básico a solução constante de problemas.

No tocante aos mitos e verdades existentes em relação aos cursos superiores de tecnologia, citamos alguns. Mito – o curso superior de tecnologia de Marketing não ensina o aluno a realizar as atividades relacionadas com análise e pesquisa de mercado como no curso superior de Administração. Verdade – No curso superior tecnológico de Marketing o aluno aprende de fato a realizar estas atividades, utilizando-se dos conceitos e técnicas existentes no mercado. Enquanto que em um curso superior de Administração o aluno estuda 40 semanas, em um curso superior de tecnologia em Marketing, ele estuda 10 semanas.   

Ou seja, em termos comparativos, um curso superior de tecnologia promove a inclusão social e profissional do aluno em um tempo mais rápido e efetivo do que um curso de bacharelado.

Marcelo Mascarenhas
Diretor Faculdade INED - Campus de Guarapari

Posso ajudar?

A competitividade exige que as empresas busquem atualização tecnológica continuamente. Mas, uma situação vivida por mim chamou atenção. Fui a uma joalheria decidido a fazer uma compra. Entrei, olhei os produtos por alguns instantes e não recebi atenção de ninguém. Então, procurei alguém para me ajudar. Perguntei se tinham o produto que eu procurava. O vendedor sem olhar para mim disse que sim. Perguntei o valor e mais uma vez ele respondeu sem olhar para mim. Pedi para ver alguns modelos e sua reação foi apenas levantar o braço e mostrar a aliança que ele estava usando e disse: “É esse o modelo”. Fiquei sem reação e saí da loja. Fui à busca de uma loja com atendentes que pudessem tirar todas as minhas dúvidas e então efetivar a compra.

O que mais me impressionou é que a joalheria é tradicional na cidade. Essa situação nos mostra que muitas empresas se mantém atualizada tecnologicamente, mas se esquecem de atualização no atendimento. Ainda não aprenderam que só permanecem no mercado aquelas que mostram diferenciais em relação à concorrência.

Um desses diferenciais é, com certeza, a qualidade no atendimento. Consumidores ignorados e subestimados entram para estatística como clientes insatisfeitos no atendimento recebido.

Há muitas vantagens quando se oferece um atendimento de qualidade, entre elas está a fidelização do cliente. Quando o cliente precisar novamente de um serviço, certamente é da sua empresa que ele irá lembrar.

Por outro lado, as desvantagens são enormes. Abrir espaço para concorrência é uma delas. Se eles tiverem um atendimento desqualificado (é triste dizer isso), provavelmente foi a última vez que aquele cliente foi à sua empresa.

Guarapari está crescendo e recebendo muitas empresas que primam em colocar o cliente sempre em primeiro lugar. Está na hora de repensar o atendimento em nosso comércio. Diga “até logo” para seu cliente. Não deixe que ele diga “adeus” para sua empresa.

Sidnei Trancoso

é estudante de Marketing

sidnei@hmpropaganda.com.br